Racismo é crime. Homofobia também.

20 07 2009

Racismo é crime, mas homofobia pode

Por RAFAEL MORETTINI

Nesta quinta-feira, o Atlético-MG venceu o São Paulo por 2×0, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, no estádio do Mineirão. A partida foi um verdadeiro massacre por parte do time mineiro, que logo aos 3 minutos do primeiro tempo marcou com Diego Tardelli. O que se viu a partir daí foi o mesmo filme triste que persegue o tricolor paulista desde o começo do ano. Um time que não consegue armar uma jogada sequer e que está virando saco de pancadas dos adversários. Assistir uma partida inteira do São Paulo Futebol Clube em 2009 é algo de incrível. Quem cumpre tal feito deveria ganhar prêmios. A não ser por um fato isolado ocorrido aos 20 minutos do segundo tempo no jogo de ontem, esse sim marcante. A torcida do galo lotou o Mineirão com mais de 54 mil torcedores, estava em festa pela boa campanha do Atlético no Brasileirão e por conta da derrota do rival Cruzeiro na Libertadores. Cantou o jogo inteiro, mas na metade da segunda etapa cometeu um ato terrível, vergonhoso, digno de punição se a gente vivesse num país sério. Com a entrada do jogador sãopaulino Richarlyson no lugar de Zé Luis, os mineiros passaram a gritar em uníssono: “Bicha! Bicha! Bicha!”. E continuaram a cada momento que o jogador pegava na bola ou sofria faltas. Homofobia é crime! Está na Constituição Federal do Brasil de 1988: Art. 3º – Inciso IV – Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Os comentaristas do Sportv, obviamente, ignoraram o ocorrido. Os cronistas esportivos, pode apostar, também o farão no dia de hoje. É um verdadeiro absurdo que em 2009 ainda existam atos repudiáveis e escrotos como esse. Há exatas três semanas, todos comentaram a ridícula atitude racista por parte da torcida gremista no Olímpico. As pessoas sabem que racismo é crime, mas ainda fingem achar que homofobia não é. É algo bonito você se mostrar homofóbico na sua rodinha de amigos. Para quem não se lembra, o jogador Richarlyson já passou por outras situações parecidas com essa. Inclusive pela própria torcida sãopaulina, que não grita seu nome nos jogos. Em 2007, o diretor administrativo do Palmeiras, José Cyrillo Jr., afirmou em programa de tv que o jogador era homossexual. Richarlyson o processou. O juiz Manoel Maximiano Junqueira Filho arquivou a queixa-crime com a justificativa de que “futebol é varonil, não homossexual” – eu ainda me espanto toda vez que leio isso. O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que os termos da sentença foram impróprios e “puniu” o juiz: ele não poderia ser promovido num prazo de 1 ano. Ou seja, ele continuou julgando casos, trabalhando. Atitudes como essas, do juiz, do órgão, dos comentaristas e críticos esportivos, dos cartolas e de todas as pessoas que, teoricamente, deveriam ser aptas pra assumirem essas funções, só difundem a idéia no torcedor (esse sim, gado, que gritaria até contra a própria mãe) de que homofobia é algo bacana. Não é! Racismo é crime. Homofobia também.





Nova Familia

30 04 2009

Eduardo e Ana Luíza ainda nem tinham nascido e já tinham status de celebridade. Dentro da barriga de Adriana Tito Maciel, eram acompanhados passo a passo por câmeras de TV e jornalistas interessados na grandiosidade do seu nascimento. O parto em si não teria nada de especial, tampouco a cara dos bebês. Seria uma cesariana como outra qualquer, numa sala de cirurgia normal. A grande atração do Hospital Santa Joana na noite desta quarta-feira (29), em São Paulo, era a família de que esses bebês fazem parte. Em vez de uma grávida e um pai ansioso, havia ali uma grávida e uma segunda mãe ansiosa. Munira Khalil El Ourra, companheira de Adriana e dona dos óvulos que deram origem aos gêmeos que acabam de nascer da barriga de Adriana, estava tão nervosa quanto qualquer pai que aguarda o nascimento do primeiro filho. E orgulhosa por desbravar um mundo novo.

Se o que Adriana e Munira mais querem é ter uma família que seja respeitada como qualquer outra, como uma família normal, a coragem com que estão conquistando esse respeito já as torna diferentes. Na sala de espera da maternidade, os convidados delas eram os mais numerosos. Estavam ali a mãe de Adriana, irmãos e irmã, cunhada, sobrinha e padrasto, além da mãe e um irmão de Munira. Todos de banho tomado, roupa escolhida a dedo e um misto de alegria, medo e expectativa estampados no rosto. “As avós de hoje são diferentes, participam mais. Essa família já é diferente, fundamentada no amor, e estou adorando a ideia”, disse Maria de Fátima Alvez, mãe de Munira.

O parto tinha sido marcado na terça-feira 28 para as 21h da quarta-feira, após um exame que confirmou a necessidade de realizar o nascimento um pouco antes de a gestação completar 38 semanas. O agendamento foi suficiente para deixar Adriana e Munira agitadas demais para dormir naquela noite. “A Dri já não dorme há dias”, disse Munira na véspera do grande dia. “Esta é nossa última noite sozinhas. Depois, seremos quatro.”

Na casa pequena que em poucos dias receberá os novos moradores, o silêncio dessa quarta-feira escondia emoções de montanha-russa. Adriana, em jejum, reclamava da sede – tinha se acostumado a beber seis litros d’água durante a gravidez. A mãe dela, Isabel Tito, falava baixo. Mas dentro dela algo gritava. Não sabia se sorria ou se chorava, numa agonia por ver logo a filha sã e salva após o parto. Lembrava de como tinha ficado ainda mais tensa no dia em que nasceu a primeira neta, em dia de Brasil jogando na Copa. “Não vejo a hora”.

Caio Guatelli

Durante a cesárea Além das mães e da equipe médica, estavam na sala equipes de imprensa para acompanhar um nascimento comum e, ao mesmo tempo, singular

Ainda faltavam algumas horas. Parte do comboio familiar saiu de Carapicuíba perto das 16h, a fim de chegar à maternidade antes das 17h30. Assim, teriam até as 20h para posar para as fotos, dar entrevistas, assinar a papelada da internação, ajeitar-se no apartamento e relaxar um pouco. A equipe do hospital não precisou abrir exceções para aceitar Munira como responsável pela parturiente e acompanhante na sala de cirurgia. Era direito de Adriana escolher quem estaria ao seu lado. Alberto d’Auria, diretor do Hospital Santa Joana, diz que é comum o acompanhante não ser o pai da criança, seja porque o pai está ausente ou por qualquer outro motivo. No caso delas, um documento registrado em cartório foi apresentado para comprovar a união estável. Mas, segundo d’Auria, poderia até ser uma amiga. “Nosso tratamento será sempre de carinho para com os pacientes, independentemente da composição familiar.”

Alguns parentes chegaram atrasados, por causa do trânsito na cidade, mas a maioria chegou com antecedência, em tempo de dar um abraço nas mães antes de elas entrarem no centro de obstetrícia. Um dos retardatários foi André, irmão mais velho de Adriana, que se lembrou de levar um celular com câmera para registrar a chegada dos sobrinhos. Mas ele não poderia entrar na sala do parto, tantas eram as pessoas já autorizadas a acompanhar o acontecimento de perto – a maioria, da imprensa. O jeito foi entregar o celular a uma enfermeira, que prontamente fez as vezes de fotógrafa amadora.

Caio Guatelli

Nascimento Emocionada, Munira carrega Ana Luíza e Eduardo pela primeira vez. Adriana observa a cena

Repórteres, cinegrafistas e fotógrafo vestidos de azul, com toucas e protetores descartáveis na boca e nos sapatos, tomavam todo o cuidado para não contaminar nada na sala de cirurgia. Era preciso registrar cada instante daqueles vinte minutos especiais sem atrapalhar nem os médicos nem a emoção das mães. Lá pelas 21h25, Adriana estava na maca, acordada e já anestesiada. Munira sentou-se numa banqueta ao lado da maca e tratou de acalmar Adriana com carícias e sussurros. Adriana estava consciente e um pouco enjoada. Não sentia dores, apenas a movimentação do bisturi e dos dedos dos médicos através das camadas de pele, músculo e gordura de sua barriga. Cerca de dez minutos depois, Munira se levantou para ver a saída do primeiro bebê. Qual seria? Eduardo ou Ana Luíza? Às 21h41, apresentou-se Eduardo, com 2.415 gramas e 47 centímetros. No minuto seguinte, veio Ana Luíza, com 2.750 gramas e 46 centímetros. Os olhos de Munira, em lágrimas, viam seus filhos através da lente do celular que até então estava com a enfermeira. Adriana, ainda sem ver os bebês, chorava também. Tinha finalmente parido duas crianças saudáveis, de bom tamanho para gêmeos, lindas como deveriam ser.

Foi tudo muito rápido. Pouco depois de ter pego seus bebês no colo, Munira já saía da sala, com o rosto vermelho e uma emoção que não conhecia. Do lado de fora, a família a aguardava para dar os parabéns. No lugar dos olhares apreensivos, sorrisos largos. Como ainda não tinham visto os bebês, procuravam os donos das câmeras para ver as imagens em primeira mão, antes mesmo de o telão da sala de espera exibir os dados e um vídeo de baixa definição com os recém-nascidos. Era uma ficha diferente. O nome de Munira aparecia no espaço reservado ao nome do pai – um indício de que algumas coisas precisarão mudar daqui para frente.

-http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI70628-15228,00-NASCEM+OS+BEBES+DE+DUAS+MAES.html





“Eu só queria morrer de muito amor…” Maysa

17 12 2008

Acabei de ler a Biografia dela Maysa, só em uma multidão de amores.

MaysaNão sei o que me impulsionava e  intrigava a ponto de me fazer comprar o livro, a tempos ele estava na minha lista.
O que eu sabia da sua vida e obra era uma página em branco pontuada de pequenas frases soltas, nada além do “ne me quitte pa”, Tinha formada uma imagem na cabeça que foi totalmente desmontada. (não sei dá onde foi que achei que ela era Bi sexual, acho que confundi com Ângela Roro, dãr)
O livro é muito bom, depois que li as últimas linhas fui andando até em casa abraçada ao calhamaço de folhas, olhando o rosto expressivo  em preto em branco,  já sentindo saudades da desbocada depressiva, escandalosa, transparente, apaixonada, radical e cheia de atitude Maysa, que nasceu milhares de vezes dentro da sua própria vida, tinha uma sede e um vazio, a vida em turbilhão, os sentimentos a flor da pele, do morno e do normal nunca ser bom.
“Ninguém pode calar dentro em mim essa chama que não vai passar,
é mais forte que eu e não quero dela me afastar.
Eu não posso explicar como foi e nem quando ela veio
mas só digo o que penso,só faço o que gosto e aquilo que creio
E se alguém não quiser entender e falar pois que fale
eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe
e se a alguém interessa saber sou bem feliz assim
muito mais do que quem já falou ou vai falar de mim”

maysa“Os olhos de Maysa são dois não sei que dois não sei como diga dois oceanos não pacíficos.

Maysa são doisolhos e uma boca”. (Manuel Bandeira)

*Não estou interessada na série, infelizmente mesmo o diretor sendo filho dela tenho os 4 pés atraz, alguém que fez da vida de Olga uma novelinha da globo não tem crédito nehum comigo.





19 11 2008

eu assino embaixo

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A cantora Marina Lima, em entrevista à revista Joyce Pascowitch, revela que, aos 17 anos, manteve relação sexual com  Gal Costa e que, depois desta experiência, transou com outras cantoras da MPB cujos nomes ela prefere não revelar. “Eu transei com algumas cantoras, mas sem dúvida a Gal foi a mais importante. É a que vale a pena falar”, disse Marina. O jornal O Globo publicou nota de que, em resposta a essa declaração, Gal Costa vai processar Marina Lima. Segundo o jornal, Gal teme que as confissões de Marina Lima prejudiquem a conquista da guarda definitiva do menino de dois anos que ele adotou em 2007. Bom… Em relação à declaração de Marina Lima, eu só tenha a dizer que ela expressou com muito atraso – e põe atraso nisso – aquilo que, há anos, anda nas cabeças e nas bocas de todo e qualquer entendido que freqüente os bares ou boates GLS de qualquer lugar do Brasil. Quanto ao que o jornal diz que Gal Costa vai fazer, eu só tenho a lamentar que sua reação seja a de processar Marina em vez de aproveitar a ocasião para se aliar ao movimento cultural que reivindica que crianças possam ser adotadas por pares homossexuais (duas mulheres ou dois homens) ou por homens e mulheres solteiros, sejam estes homossexuais ou não; lamento que Gal Costa se acovarde ante a postura reacionária e homofóbica de alguns juízes da Infância e da Juventude e assistentes sociais em vez de usar seu prestígio e a ocasião para enfrentá-los em nome do bem-estar de cenas de crianças que apodrecem de solidão e de esquecimento em orfanatos e abrigos.

Jean Willys






6 11 2008

californiapor que as pessoas se importanto tanto com a vida sexual alheia. O que te interessa se durmo com homem, mulher jacaré ou poste? Pior, por que as pessoas se importão tanto ao ponto de querer opinar no que não vivem. Eu, por exemplo não acho certo usar o cabelo lá no pé e nem por isso quero fazer uma lei proibindo. sacou o pensamento, tu não é obrigado a aceitar e nem querer pra ti, mas dai a se achar no direito de se meter na vida alheia.

Com quem eu vou fazer contrato de casamento te importa tanto? Com quem vou dividir meus bens e minhas conquistas te incomoda? Porra são coisas minhas e não suas então dá licença e vai cudar do que é teu.

Após derrota em referendo, milhares vão às ruas de LA defender casamento gay

Milhares de pessoas saíram às ruas de Los Angeles na quarta-feira à noite para defender a igualdade de direitos e o casamento gay, depois da vitória de um referendo na terça-feira que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo – uma conquista que havia sido incluída na Constituição da Califórnia em maio.

“Lute contra o ódio em 2008″, “Vão para o inferno, mórmons”, “Igualdade de direitos” e “Sim, podemos com Obama” foram algumas das frases gritadas pela multidão que se concentrou nas avenidas St. Vicent e St. Monica, no coração de West Hollywood, o reduto da comunidade homossexual de Los Angeles.

Um policial do Condado de Los Angeles calculou em pelo menos 2.000 o número de manifestantes no início da manifestação, mas o número aumentou consideravelmente durante o protesto.

“Sou vítima da H-8″ (‘H’ em uma referência à palavra hate, ódio em inglês), escreveu no corpo Jason Louis, um manifestante de 34 anos, que casou no domingo com o companheiro.

“Agora estamos esperando para ver o que vai acontecer conosco. Decidimos nos casar dois dias antes da consulta eleitoral, porque tinha o pressentimento de que iam nos tirar este direito”, disse Louis. Muitos presentes pediram que a religião fique fora da Constituição estadual.

Com 99,5% das urnas apuradas, a Proposta 8 que pedia o “Sim” à emenda para proibir os casamentos gays na Califórnia tinha 52,5% dos votos, contra 47,5% do “Não”.

A votação elimina a decisão de maio da Suprema Corte da Califórnia de permitir os casamentos gays e inclui uma emenda na Constituição que considera válidos “apenas o matrimônio entre um homem e uma mulher”, deixando no limbo 18.000 casais homossexuais já casados.





Ele é pastor e ator de filme porno e fica bravo quando duvidam da sua masculinidade…

31 10 2008
Eu li esse post em outro blog e tenho de postar aqui, depois vai lá no blog que está linkado no final pra ver a foto do casal, aproveita e le todo o site que tem coisas muito bacanas
Alexandre e Sibele, o pornô e a patroa

Pastor evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus, de paletó e Bíblia na mão, Alexandre Senna subia nos púlpitos dos templos e adentrava as celas dos presídios para pregar a palavra de Deus e prestar seu testemunho de pecador arrependido. Nessa época, o espírito ia bem, mas os bicos como motoboy e pedreiro não rendiam o bastante para alimentar a carne. O jeito foi botar a carne para trabalhar.

— Vou ter que voltar a fazer pornô — disse para a esposa, a dona-de-casa Sibele Trindade, com quem tem um casal de filhos pequenos.

— Se tiver que fazer, que continua a ser com homem — foi a condição imposta pela mulher, no final de 2005.

Foi assim que o pastor deixou as Escrituras de lado para voltar a atuar como astro do pornô gay — sempre na posição passiva, como Alexandre gosta de salientar.

“Já fiz cena de dupla penetração anal como passivo. Mas sou hétero.” Leia o resto deste artigo »





Frase do ano (ou melhor, da década)

28 10 2008

“No mundo atual está se investindo cinco vezes mais em remédio para virilidade masculina e silicone para mulheres do que na cura do Mal de Alzheimer. Daqui há alguns anos teremos velhas de seios grandes e velhos de pinto duro, mas que não se lembrarão para que servem.”

(Dr. Dráuzio Varella)

PRECISA DIZER MAIS ALGUMA COISA?!

Vi por aí no: http://copicola.blogspot.com/





21 10 2008

Quem acompanha as eleições de SP um pouco mais de perto sabe que o segundo turno aqui em SP foi pautado por uma propaganda infeliz da Marta

“a opção da campanha de Marta Suplicy por uma estratégia
agressiva na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Segundo o Datafolha, ela
tem 17 pontos percentuais de desvantagem em relação ao prefeito Gilberto
Kassab (DEM). Marta não tem tempo para ser olímpica. O segundo turno
acontecerá no dia 26.
No entanto, há limites que não devem ser ultrapassados. Um deles é o do
respeito à vida privada… Qual a importância para
administrar a maior cidade do país se ele é casado, solteiro, viúvo,
tico-tico no fubá?
Kassab tenta a reeleição. É um político que esteve aliado ao malufismo e que hoje segue a liderança do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
É pertinente questionar as ligações com Paulo Maluf e com Celso Pitta. É do jogo perguntar se ele seria um teleguiado do governador tucano, mas sempre tratando de temas administrativos e políticos.
Marta tem uma trajetória respeitável. Defendeu bandeiras modernas quando deputada federal. Combateu preconceitos e enfrentou preconceitos quando se separou do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e começou outro relacionamento.
O PT e Marta deveriam ser os primeiros a evitar o lamaçal. É uma baixaria utilizar aspectos da vida privada numa campanha. Pena que Marta tenha enveredado por esse caminho. Pena que recorra a uma dissimulação
desleal.
Kennedy Alencar, colunista da Folha Online

hoje de manhã aconteceu algo que acho positivo nisso tudo
estou eu tomando meu cafézinho e acontece uma discussão calorosa entre a moça da faxina e outro rapaz da empresa sobre marta e kassab. Começam a dizer que a Marta jogou sujo e ponderações sobre se realmente ela era a favor dos grupos gays em outras campanhas ou se era tudo estratégias politicas, juro que achei tudo muito interessante, fiquei mais assistindo e dando pequenos palpites, pensando que  de tudo isso foi válido a discussão chegando a todos, sobre um politico ser gay ou não, a forma como
eles chegaram a conclusão que sim iam votar nele independente de com quem ele dorme, me senti impelida a dizer, olha então quero contar a vcs que estou aqui a 5 anos mas que a 2 sou gay vem cá me da um
abraço.





Eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera…

10 10 2008
Hoje eu vim no metro lotado, todo dia de manhã é uma delicia, o povo se acotovela, se empurra, discute, gente cai, gente corre.  Vim de pé com três adolescentes do meu lado, não se entendia nada do que falavam, não existe plural, nem R no final de verbos, senti vergonha,  ai se lê uma reportagem dessa, gasta-se milhões em uma ponte de cartão postal e se tem dó de gastar na educação. Burlam as leis que visam melhorar a educação.

São Paulo, quarta-feira, 08 de outubro de 2008
FÁBIO TAKAHASHI

O governo José Serra (PSDB-SP) decidiu contabilizar como horário para preparação de aulas e correção de provas os intervalos de dez minutos entre as aulas na rede estadual.
A medida foi tomada para ajustar a rede à lei federal sancionada em julho, que determinou que docentes do ensino básico devem ficar 33,3% da jornada em atividades extra-aula.
Como em São Paulo o percentual era de apenas 17,5%, o Estado, num primeiro momento, protestou contra a lei, pois a mudança significaria gasto adicional alegado de R$ 1,4 bilhão (10% do Orçamento da área).
Agora, em uma nova interpretação da legislação, o Estado resolveu incluir na carga horária extra-aula os dez minutos de intervalo entre cada matéria, previstos em uma lei estadual de 1997. A norma determina que o docente receba por 60 minutos, mas lecione por 50.
Nos dez minutos, diz o governo, o docente pode fazer atividades como correção de trabalhos ou preparação de aulas.

Controvérsia
O Estado afirmou que refez a interpretação da lei porque o Ministério da Educação ainda não deu uma posição oficial sobre o assunto. Estão marcadas reuniões entre os envolvidos para depois das eleições municipais. O Estado diz que, se houver pronunciamento de que sua interpretação está incorreta, poderá fazer emenda ao Orçamento para suprir os gastos adicionais.

“Farsa”
Autor do projeto da lei federal, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou que a nova interpretação do governo paulista “é uma farsa”.
“Como o professor vai corrigir provas, preparar aulas, em dez minutos? Esse período é para ele tomar água, ir ao banheiro”, declarou. Segundo o senador, a intenção da lei era que o professor tivesse mais tempo para preparar as aulas.
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Porn for the Blind

2 10 2008

Sim sim, está dando o que falar “ensaio sobre a cegueira” e seus protestos em terra de cego quem tem olho é rei e blá

achei bem dito lá  no  Helfire vai lá ver post bem escrito como sempre e Ronzi no seu Cultura E-nútil pergunta: Do que eles estão reclamando? Eles não viram o filme…

quanta maldade

tenho algo mais interessante a falar

Um site dirigido a cegos que oferece descrições em áudio de páginas pornôs na internet está virando um fenômeno cult nos Estados Unidos.

ai ai

vou perder meu tempo por lá

esse negócio de pensar e entender metáforas dá muito trabalho.