Pastor evangélico da Igreja Universal do Reino de Deus, de paletó e Bíblia na mão, Alexandre Senna subia nos púlpitos dos templos e adentrava as celas dos presídios para pregar a palavra de Deus e prestar seu testemunho de pecador arrependido. Nessa época, o espírito ia bem, mas os bicos como motoboy e pedreiro não rendiam o bastante para alimentar a carne. O jeito foi botar a carne para trabalhar.
— Vou ter que voltar a fazer pornô — disse para a esposa, a dona-de-casa Sibele Trindade, com quem tem um casal de filhos pequenos.
— Se tiver que fazer, que continua a ser com homem — foi a condição imposta pela mulher, no final de 2005.
Foi assim que o pastor deixou as Escrituras de lado para voltar a atuar como astro do pornô gay — sempre na posição passiva, como Alexandre gosta de salientar.
“Já fiz cena de dupla penetração anal como passivo. Mas sou hétero.” Leia o resto deste artigo »
